Conheça Minha Estória

Descubra o Seu Propósito.

Olá! Que bom te ver por aqui. Muito obrigado por desejar conhecer um pouco de minha estória de vida. Acredito que só podemos conhecer de verdade alguém entendendo como foi a sua vida e a sua trajetória. Por isso, vou dividir a minha vida em três partes, que mostram quem eu sou e o que vivi. Meu nome é Wellington Ribeiro e nasci no interior de Pernambuco, numa cidadezinha chamada Gameleira.

 
A primeira parte de minha estória é sobre a minha construção familiar.

O que eu mais queria quando criança era ter uma família normal, com pai, mãe e irmãos. Mas não foi bem assim. Essa história começou antes de eu nascer. Minha mãe era muito nova, tinha 13 anos quando começou a namorar meu pai, que já tinha 23. Ele era policial, bebia bastante e era muito ciumento e agressivo, querendo controlar tudo na vida de minha mãe.

Eu nasci quando minha mãe tinha 15 anos, num relacionamento com muitas brigas por causa de ciúmes. Pra você entender o nível de ciúmes, ele chegava a espalhar talcos na sala e na cozinha antes de sair para trabalhar. Assim, quando retornasse, poderia ver se alguém tinha entrado na casa na sua ausência. A gente era obrigado a ficar no quarto, na maior parte do tempo. Com apenas 3 anos, eu passava os dias olhando, pela janela, as outras crianças brincando na praça perto de minha casa. Eu não podia sair e não entendia o porquê. Só me restava chorar e olhar.

Quando minha segunda irmã nasceu, meus pais se separaram de vez. Eu, com seis anos, e minha primeira irmã fomos morar com minha avó paterna e três tias, irmãs dele. Minha irmã mais nova ficou com minha mãe e meus avós maternos. Só voltei a vê-la quando já era adolescente, pouco antes de ela morrer de câncer generalizado, já muito fraca.

Os poucos domingos em que podíamos ver nossos pais e nossa irmã juntos eram em encontros rápidos no zoológico de Recife. Esses momentos me deixavam mais triste do que feliz. Eles brigavam e se tratavam muito mal. Como irmão mais velho, eu via tudo aquilo e, para mim, eram os dias mais tristes da minha infância. Eu só queria que os passeios acabassem logo para eu não sofrer mais, enquanto minhas irmãs só brincavam, sem entender o que acontecia.

Eu cresci inseguro, muito tímido e fechado. Sofri muito na escola por causa disso. Tentei superar as dificuldades me dedicando mais aos estudos, sonhando em ter uma vida diferente.

Minha infância passou sem grandes novidades. Eu tentava me acostumar ao mundo como dava, sem amigos, sem pai e sem mãe. Mas tive a sorte de ter uma avó firme e que ensinava muito, todos os valores que precisava para desbravar a vida que estava por se desenrolar, e três tias carinhosas e dedicadas. Elas me deram o apoio que eu precisava para seguir em frente, mesmo sem meus pais por perto.

Junto com minha irmã, participei das práticas católicas por influência da minha avó, que também era benzedeira. Íamos à missa aos domingos e à catequese, onde fiz a primeira comunhão e outros ritos da Igreja católica. Eu até gostava, porque era um jeito de me divertir e conhecer pessoas.

Eu não imaginava que aquelas aulas de catequese seriam o começo de grandes descobertas no futuro. Elas seriam os primeiros passos para buscar entender melhor o ser humano e sua ligação com Deus.

 

A segunda parte é sobre a minha busca por Deus.

Aos 15 anos, senti uma vontade muito forte de conhecer a Deus. Eu não sabia como, nem por que, mas tinha certeza de que precisava começar essa busca com total consciência e seriedade. Queria entender Deus, encontrá-lo e, assim, saber por que eu sofria tanto.

Eu não queria mais seguir na Igreja Católica. Já conhecia seus cerimoniais e ritos, e precisava conhecer outras religiões. Entrei numa Igreja Evangélica Batista, a primeira que achei. Participei do grupo de jovens “Embaixadores do Rei”, mas não consegui fazer amigos por ser muito tímido e ter medo que zombassem de mim nas apresentações que haviam. Fiquei pouco mais de um ano nessa igreja, só indo às reuniões coletivas semanais.

Um ano depois, perto dessa mesma igreja, encontrei um pequeno centro espírita Kardecista. O interessante que ele tinha sido fundado no mesmo ano em que eu nasci, quase no mesmo dia. Isso me chamou a atenção. Entrei, vi os horários no quadro de avisos e me preparei para a minha primeira reunião pública. Cheguei quase uma hora antes, muito ansioso. Fui à biblioteca e gostei de alguns dos livros. Fiquei bastante animado com alguns assuntos.

A reunião começou e senti que ali era o meu lugar. Falavam de paz, amor, bondade e ajuda ao próximo. Comecei a estudar sobre a metafísica pelos livros que pegava emprestado na biblioteca, pois, eu não podia comprá-los, mas não perdia nenhuma reunião e gostava de ajudar nos trabalhos de “Campanha do Quilo” aos domingos. Essa atividade arrecadava, de “porta-em-porta” todo tipo de donativos para creches e asilos. Eu pedia doações nas casas, bares e feiras, onde tivesse gente. Isso me ajudou a perder o medo de falar com as pessoas e a aprender a lidar com as ofensas que ouvia durante esse trabalho assistencial. Mesmo assim, me dava muita alegria, principalmente quando entregava os alimentos para quem precisava.

Fiquei na doutrina espírita por quase 18 anos, aprendendo muito com os estudos. Nesse tempo, me formei em Administração de Empresas, depois de ter desistido da faculdade de História por medo de apresentar trabalhos na sala de aula, pois, era um curso de licenciatura (lecionar como professor). Casei-me pela primeira vez e tive dois filhos lindos, Willyan e Matheus. Me divorciei oito anos depois e viajei pelo Brasil vendendo livros. Aos 35 anos, fui a trabalho morar em Natal/RN, casei-me de novo e tive mais um filho, Abraão. Me divorciei outra vez dezesseis anos depois.

“Não é fácil conviver com alguém que tem propósito, à não ser que tenhamos propósitos semelhantes. ”

Em Natal, por influência da minha irmã mais velha, voltei para a religião evangélica. Anos depois, fui líder de duas igrejas evangélicas da Assembleia de Deus por alguns anos. Já como líder, comecei a conhecer a cultura judaica vendo debates na televisão entre um judeu, não convertido, e dois pastores evangélicos de doutrinas diferentes. Isso me ajudou a entender melhor muitos assuntos religiosos e a me aprofundar na Bíblia. Comecei a estudar a cultura judaica, fazendo as rezas tradicionais da cultura e seguindo os seus costumes. Participei de um grupo não judeu que se reunia aos sábados para observar o Shabat. Tentei seguir as duas religiões ao mesmo tempo, mas não havia ligações doutrinárias entre elas, então me desliguei da liderança da igreja.

Decidi então viajar para São Paulo, onde tem a maior concentração de judeus e sinagogas no Brasil, e, viajei decidido a me converter ao judaísmo.   Queria encontrar um grupo que me aceitasse e me preparasse para me tornar um judeu convertido. Fui bem recebido por um grupo de Bnei Noach  (pessoas que seguem os princípios do judaísmo), mas não são convertidos. Eles eram ensinados por um rabino conhecido nas redes sociais, que também me recebeu com carinho. Estudei e vivi a cultura judaica por três anos em São Paulo. Fazia todas as rezas diariamente, estudei a Torá e outros livros judaicos, como também o próprio idioma hebraico. Em 2022, precisei voltar para Natal, mas ainda sentia que precisava encontrar a Deus de forma mais profunda e consistente.

Eu tinha certeza de que toda essa jornada tinha um propósito maior, mesmo que parecesse sem resultados. Voltava com a sensação de que meu esforço tinha sido inútil e que não tinha encontrado o que buscava. Mas eu não desisti.

“Quando as coisas parecerem não ter sentido e forem contra o que você acredita, é nesse momento que a ajuda de Deus vai aparecer. Só não desista do seu propósito. Se você não tem um, encontre uma razão para lutar. Deus não vai te ajudar a encontrar seu propósito se você estiver parado, mas sim quando estiver caminhando em direção a Ele…”

 
A terceira parte da minha estória é sobre o meu encontro com Deus.

Ao voltar para Natal, continuei fazendo as rezas de forma incompleta, pois, não tinha mais grupo de estudos, não podia mais participar de uma comunidade, pois, não havia, e nem tinha casa para morar, ficando na casa de parentes. Voltei ao mercado de trabalho, primeiro trabalhando com Marketing Digital, algo que comecei em São Paulo, e depois como motorista por aplicativo, pois, precisava de flexibilidade de tempo e liberdade para continuar desenvolvendo as atividades que tinha iniciado, como desenvolver livros pedagógicos na área de Metafísica e Mecânica Quântica básica, bem como outros projetos maiores.

O tempo foi passando e o trabalhos tomavam cada vez mais meu tempo. Eu tinha menos horas para estudar e praticar a cultura judaica, e isso me preocupava. A vontade que eu tinha pela cultura e pela busca do meu propósito estava diminuindo.

Até que me deparei com vídeos sobre mecânica quântica e metafísica profunda. Isso me deu muita vontade de aprender sobre esses assuntos. Eu já tinha estudado um pouco em São Paulo, mas agora voltava com a mesma animação e intensidade de quando conheci o judaísmo. Comecei a acompanhar estudos de especialistas e comprei livros sobre experimentos científicos que mostram a ligação entre a metafísica e o nosso mundo.  Aquele fascínio voltou com mais força.

Fui aprendendo mais sobre esse mundo dos átomos e de novos planos de consciência, comparando com tudo que já tinha estudado nas religiões. Percebi que precisava olhar para dentro de mim para entender como tudo isso funcionava na minha vida.

Eu me formei como terapeuta, com registro no Conselho Internacional de Terapia. Aprendi a Terapia de Reprocessamento Cognitivo (TRG), que ajuda a tratar a raiz dos traumas, medos e fobias. Comecei um trabalho de imersão interna, comecei a avaliar tudo que já tinha passado (materialmente e espiritualmente) e foi aí que tudo começou a fazer sentido, tudo se encaixou. Eu realmente tinha encontrado meu propósito.

Foi uma alegria enorme! Minha busca terminou quando descobri dentro de mim a ligação entre todos os princípios que eu já tinha estudado até agora. Ao me conhecer melhor, encontrei a Deus em sua essência mais pura. Entendi que muitas ideias que me ensinaram, mesmo com boas intenções, precisavam ser reformuladas para que uma nova pessoa pudesse nascer, agora conectada ao divino e em harmonia total com o universo que Ele criou e que continua se expandindo.

“Nosso Deus é eterno e, por isso, a nossa busca por entendê-lo deve ser sempre constante e permanente.”

Com tudo isso, se iniciou uma nova fase de minha vida, como a de uma “fênix” que ressurgiu das cinzas, digo que, o mais importante é se conhecer, a maior busca é olhar para dentro, e o maior crescimento acontece quando você aceita o “novo” e ressignifica o “velho”. Deixe de lado velhos costumes e crenças que te impediram de avançar. Livre-se de medos, traumas, ideias preconceituosas e pré-concebidas, regras rígidas e dogmáticas. Encontre o seu verdadeiro Eu e o verdadeiro Deus que estão dentro de você e que está mais próximo que o ar que você respira.

 

“Busque sempre o seu crescimento. Não pare nunca, pois esse é o nosso maior propósito.

 

Muito obrigado por me dar a chance de te contar um pouco da minha história. Agora, quero ouvir a sua. Até breve!”

Wellington Ribeiro
 

“A cada passo na vida, fazemos descobertas que nos elevam a um novo patamar de crescimento. Pena que, na maioria das vezes, não identificamos o sentido dessa trajetória. Mas tenha certeza, tudo está conectado!”

Esteja aberto a novas descobertas.

 

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